A Medicina Tradicional Chinesa (ou MTC) está documentada há pelo menos 3500 anos, e é composta por diversas
técnicas, a Acupunctura, a Massagem Tuína, a Ginástica Energética (Tai Chi Chuan, e Qi Gong), e uso de plantas medicinais (Fitoterapia), e a Dietética. Estas técnicas têm sido utilizadas ao longo de milhares de anos na região da China, e foram divulgadas na Europa e EUA, especialmentenas últimas décadas, tendo sido, curiosamente, os Jesuítas Portugueses os primeiros a trazer alguns dos tratamentos de origem chinesa para a Europa.
O relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS), publicado em 2003 "ACUPUNCTURE: REVIEW AND ANALYSIS OF REPORTS ON CONTROLLED CLINICAL TRIALS", WHO, 2002, ISBN 9789241545433, apresenta as patologias, condições ou sintomas em que a Acupunctura tem aplicação como uma alternativa terapêutica.
Estas patologias/condições/sintomas encontram-se divididas em 4 Grupos:
1. patologias/condições/sintomas onde a Acupunctura demonstra uma evidência não questionável! (veja aqui quais são).
2. patologias/condições/sintomas onde a Acupunctura evidencia Melhorias que requerem mais e melhor demonstração. (veja aqui quais são)
3º patologias/condições/sintomas onde a Acupunctura evidencia algumas melhorias, apenas em estudos de caso, mas em que o tratamento é também difícil na medicina ocidental. (veja aqui quais são)
4º patologias/condições/sintomas onde a Acupunctura evidencia pode ser usada como meio de tratamento desde que se disponha de conhecimentos médicos actuais, e equipamento adequado de monitorização.(veja aqui quais são)
Deve ainda acrescentar-se que o facto da matriz em que se fundamenta a Medicina Tradicional Chinesa, se revelar particularmente difícil de compatibilizar com as Metodologias de Investigação Científica, pelo que a experiência nos diz que muitos das situações englobadas no 2º Grupo correspondem a situações em que a eficácia é maior do que a que os estudos demonstram.
O aumento da procura destes cuidados pelos pacientes, por força dos resultados obtidos são disso a maior prova, a par da integração destes cuidados de saúde nos sistemas nacionais de saúde de inúmeros países do mundo desenvolvido.

















